
por Alessandro Dias
Da redação Tupã, SP- O Galo Índio Gigante não é ainda tão difundido, mas começa a chamar a atenção de criadores e entusiastas de aves pelo Brasil. Com mais de 1,10 metro de altura e pesando cerca de seis quilos, a raça é altamente valorizada no mercado, com exemplares que podem chegar a custar R$ 20 mil.
O criador mineiro Ítalo Magalhães se apaixonou pelas aves desde criança e hoje mantém um plantel de 400 animais, todos da raça Índio Gigante. Conhecidos por suas pernas grossas e comportamento dócil, esses galos são fruto de cruzamentos entre aves de briga, raças puras e galinhas caipiras. Além de sua imponência, a raça se destaca pela capacidade de melhorar o plantel de galinhas comuns.
Para ser considerado um legítimo Índio Gigante, o galo deve atingir no mínimo 1,10 metro da ponta da unha até o bico e possuir uma barbela única, diferindo dos galos comuns, nos quais essa estrutura é dividida. As fêmeas, menores, costumam ter cerca de 95 centímetros e pesar em torno de quatro quilos.
O mercado para a criação da raça é amplo, permitindo que os criadores comercializem não apenas os animais adultos, mas também ovos e pintinhos. Enquanto alguns exemplares são vendidos por valores mais acessíveis, a partir de R$ 2 mil, os galos de linhagem premiada podem ultrapassar os R$ 15 mil.
Além do Índio Gigante, existe uma variante conhecida como Urubu Gigante. Essa ave se destaca pela coloração completamente preta, incluindo penas, bico e pernas, o que lhe confere um forte apelo ornamental. Atualmente, existem cerca de 5 mil Urubus Gigantes no Brasil, enquanto o número de Índios Gigantes ultrapassa um milhão, distribuídos entre aproximadamente 100 mil criadores.
Fonte: Band Agro
Foto: Reprodução
Para Central Cidade de Jornalismo – Repórter Alessandro Dias
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