
por Alessandro Dias
Da redação Tupã, SP- Após enfrentar polêmicas recentes, como a questão do monitoramento de movimentações pelo Pix, o governo Lula agora deve lidar com um novo desafio: a possível retomada do Imposto Sindical. A contribuição, extinta pela reforma trabalhista de 2017, pode voltar à pauta do Congresso Nacional com o apoio do Executivo.
O texto está sendo elaborado pelo deputado federal Luiz Gastão (PSD), escolhido pelo Ministério do Trabalho e por centrais sindicais para liderar a proposta. A ideia é apresentar o projeto em fevereiro de 2025, com base em uma minuta desenvolvida pela equipe do ministro Luiz Marinho no ano anterior.
Antes da reforma trabalhista, o imposto sindical era obrigatório, cobrando o equivalente a um dia ded salário de cada trabalhador para financiar as atividades dos sindicatos. Desde sua extinção, os sindicatos têm enfrentado dificuldades financeiras, o que tem impulsionado o debate sobre novas formas de arrecadação.
O tema promete gerar forte oposição no Congresso, especialmente de parlamentares ligados ao setor empresarial e de grupos que defendem o fim de tributos obrigatórios. A proposta deve ressuscitar discussões sobre a liberdade de contribuição dos trabalhadores e o impacto financeiro que a medida poderia trazer.
Embora o governo não tenha apresentado um texto próprio, sua aliança com sindicatos e centrais sugere que apoiará a tramitação da medida, mesmo diante de resistências e do desgaste político que o tema pode gerar.
Fonte: CNN Brasil; Veja; Gazeta do Povo
Foto: Reprodução
Para Central Cidade de Jornalismo – Repórter Alessandro Dias
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