
por Alessandro Dias
Da redação Tupã, SP- O Brasil encerrou o ano de 2024 com um marco histórico em arrecadação tributária. O Impostômetro, painel localizado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), atingiu pela primeira vez a marca de R$ 3,6 trilhões na madrugada de 31 de dezembro, às 1h55. Esse montante inclui impostos, taxas e contribuições pagos pelos contribuintes brasileiros aos governos federal, estaduais e municipais, além de multas, juros e correção monetária.
De acordo com o economista Ruiz de Gamboa, a elevação das alíquotas do ICMS em grande parte dos estados foi um dos principais responsáveis pelo resultado recorde. “A medida foi estratégica, especialmente considerando a transição para o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), que substituirá o ICMS e outros tributos. Muitos estados buscaram aumentar sua arrecadação para consolidar uma posição mais forte na divisão futura das receitas do IBS,” explicou.
Impacto nos Contribuintes
O crescimento da arrecadação reflete, por um lado, o aumento da carga tributária para empresas e consumidores, e, por outro, a recuperação econômica em setores como o comércio, indústria e serviços. No entanto, especialistas alertam que o avanço da arrecadação deve ser acompanhado de medidas para melhorar a aplicação dos recursos e reduzir o impacto dos tributos sobre a população de baixa renda.
Fonte: Motor Mercantil; Poder 360; Revista Oeste; Impostômetro.com.br; CNN Brasil
Foto: Reprodução
Para Central Cidade de Jornalismo – Repórter Alessandro Dias
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