
por Alessandro Dias
Da redação Tupã, SP- Entre janeiro e novembro de 2024, as estatais federais acumularam um rombo de R$ 6,04 bilhões, o maior já registrado para o período desde o início da série histórica do Banco Central, em 2002. O dado foi divulgado nesta segunda-feira (30) e reflete o saldo negativo entre receitas e despesas das empresas controladas pelo governo federal.
Esse déficit afeta diretamente as metas fiscais do Executivo, que pode ser obrigado a cobrir o valor com recursos adicionais. Essa medida, caso necessária, tende a aumentar a dívida pública e limitar o orçamento para áreas essenciais, como saúde, educação e infraestrutura.
Incluindo as estatais estaduais e municipais, o déficit total das empresas públicas brasileiras chega a R$ 9,11 bilhões nos primeiros onze meses de 2024. As estatais estaduais contribuíram com um rombo de R$ 3,17 bilhões, enquanto as municipais apresentaram um superávit de R$ 103 milhões no mesmo período.
Em nota publicada em novembro, o Ministério da Gestão e Inovação, responsável pelas estatais federais, afirmou que o déficit é resultado da “materialização de investimentos”, destacando que os gastos refletem a execução de projetos estratégicos para o desenvolvimento do país, agora o problema dessa nota é que para o mercado e a população em geral é ser convencido que agora o “Rombo” é sinal de “investimento” e que isso é bom para todos.
Fonte: CNN Brasil; Uol; O Globo; Veja; Poder 360; R7; Gazeta do Povo
Foto: Reprodução
Para Central Cidade de Jornalismo – Repórter Alessandro Dias
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