
A primeira etapa do clássico alvinegro foi marcada pelo equilíbrio e por chances para os dois lados. Pelo Corinthians, Matheus Bidu, Matheuzinho e Gustavo Henrique tiveram
, enquanto, pelo Peixe, Gabigol (que marcou, mas em impedimento) e Barreal arriscaram. O gol, porém, saiu em uma cobrança de falta de Neymar para o Santos. O atacante bateu, Hugo Souza resvalou na bola, que acertou a trave e sobrou para o volante Oliva, que havia entrado ao longo da primeira etapa na vaga do machucado Gustavinho, abrir o placar. O primeiro tempo terminou com seis cartões amarelos.
A segunda etapa teve o Corinthians dominante, com mais posse de bola e finalizações, mas pouca objetividade. O técnico Fernando Diniz abriu mão de um homem no meio-campo para colocar Pedro Raul e apostar em bolas alçadas na área. A principal chance ocorreu aos 33 minutos, quando Memphis cobrou escanteio e Raniele tentou de cabeça, mas mandou para fora. O Santos ainda teve uma chance de matar o jogo no final da partida, mas perdeu. Mesmo assim, terminou com os três pontos.
O gol do Santos foi o momento mais importante da partida. Em cobrança de falta, Neymar viu Hugo Souza fazer grande defesa, mas Oliva aproveitou o rebote para abrir o placar para o Peixe.
O volante Oliva entrou ainda no primeiro tempo e foi importante para o Santos tanto na parte defensiva quanto na ofensiva. Além de marcar o gol, o jogador ajudou a controlar o meio-campo e foi o destaque do Peixe na partida.
Escolhido para substituir Breno Bidon, mas em uma posição diferente, o atacante Dieguinho não conseguiu levar perigo à defesa do Santos. Diferentemente do camisa 7, que atua no meio-campo, Dieguinho é um jogador de ponta. O atacante até teve bom
nas trocas de passes, mas não conseguiu apresentar grande objetividade.










