
Pré-candidatos à presidência da República, da esquerda à direita: Lula (PT), Flávio Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante)Ronaldo Caiado concentrou parte de suas críticas na economia e no governo Lula. O candidato do Partido Social Democrático afirmou que Lula tem “espantado os geradores de riqueza do País” e defendeu um “choque de credibilidade” para recuperar a economia brasileira.
Caiado prometeu conter os gastos públicos e afirmou que pretende reduzir a taxa de juros para 6% e manter a inflação entre 3% e 4%. O candidato também disse que não pretende endividar o País e afirmou que suas medidas têm como objetivo criar um ambiente mais favorável para empresários e investimentos.Na área da segurança pública, Caiado defendeu ampliar a autonomia dos governadores. Segundo ele, se eleito, autorizaria os governos estaduais a legislar sobre determinadas questões da área. “Não vou tirar autoridade dos governadores. Pelo contrário, vou aumentar”, afirmou.
No fim do debate, voltou a explorar a ausência de Lula e Flávio Bolsonaro e pediu que os eleitores refletissem sobre a decisão dos dois de não participar do encontro. “Se esses dois não têm coragem de vir a um debate, não têm como explicar todos os escândalos que estão envolvidos”, afirmou.Caiado também declarou que, em seus 40 anos de vida política, nunca esteve envolvido em “bandalheira”.








