
Primeira fase começa com pessoas acima de 85 anos e prevê integração de dados, app com exames e atendimento ampliado
A proposta do governo é criar o chamado Serviço Universal de Saúde, com integração de dados entre diferentes redes. Na prática, profissionais poderão acessar prontuários já existentes, evitando atendimentos sem histórico do paciente.
Outro ponto central é a criação de um aplicativo digital que vai concentrar informações médicas, incluindo resultados de exames laboratoriais.
O projeto prevê investimentos para garantir fornecimento de medicamentos, funcionamento de unidades de saúde e realização de cirurgias. Entre as prioridades estão atendimentos emergenciais, gravidez de alto risco, infartos, doenças neurológicas, câncer de mama, consultas preventivas, além de cuidados com saúde mental, nutrição e prática de exercícios físicos.
