
Segundo a Folha, os dados constam em declarações de Imposto de Renda do próprio banco, que teve o sigilo fiscal quebrado pela CPI. Ao todo, foram identificados 11 repasses mensais de cerca de R$ 3,6 milhões, somando R$ 40,1 milhões no período.
O contrato entre o Banco Master e o escritório Barci de Moraes teria sido firmado em 2024 e previa valores ainda maiores ao longo de três anos.
Em nota, o escritório afirmou que não confirma os valores divulgados e alegou que as informações são “incorretas e vazadas ilicitamente”. Também destacou que os dados fiscais são sigilosos.
Viviane Barci de Moraes confirmou que houve prestação de serviços ao banco, incluindo consultorias jurídicas, reuniões e elaboração de pareceres técnicos. Alexandre de Moraes foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou até a publicação deste texto.
