A sublinhagem da Ômicron possui mais de 70 mutações e pesquisadores avaliam os riscos de escape imunológico enquanto a cepa se espalha pelo mundo.

A ‘Cicada’, nova variante da Covid-19, já apresenta 75 mutações diferentes e passa a ser observada por cientistas e virologistas do mundo todo
A sublinhagem da Ômicron possui mais de 70 mutações e pesquisadores avaliam os riscos de escape imunológico enquanto a cepa se espalha pelo mundo.
A “Cicada” (cigarra, em português), nova variante da Covid-19, é tecnicamente identificada como BA.3.2. Ela foi detectada pela primeira vez em 2024 e, desde então, o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos confirmou sua presença em diferentes continentes.
De acordo com especialistas, a Cicada faz parte da evolução natural do vírus, que acumula mudanças para continuar circulando entre a população. Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), explica que o vírus parou de dar grandes “saltos” entre variantes e agora evolui por meio dessas subvariantes.


