⚠️ Quase 300 enfermeiras relatam violência no trabalho no interior de SP, aponta levantamento

Um cenário preocupante vem à tona no interior de São Paulo: quase 300 mulheres da área da enfermagem relataram ter sofrido algum tipo de violência no ambiente de trabalho.

    

Os dados são de um levantamento realizado pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), com profissionais de diversas regiões do estado.

   

📊 Casos espalhados por várias cidades

 Violência interpessoal e autoprovocada é tema de curso on-line voltado à  notificação de ocorrências - CRMV-SP  

O estudo ouviu auxiliares, técnicas e enfermeiras em cidades das regiões de:

   
  • Presidente Prudente
  • Bauru
  • Sorocaba
  • Itapetininga
  • São José do Rio Preto
   

Ao todo, quase 300 profissionais relataram episódios de violência.

   

Entre os municípios com maior número de casos estão:

    
  • Sorocaba: 81 registros
  • São José do Rio Preto: 57
  • Bauru: 50
  • Botucatu: 43
  • Marília: 27
  

🚨 Violência vai além do físico

    

Segundo o levantamento, os casos mais frequentes envolvem:

    
  • agressões verbais
  • violência física
  • abuso psicológico e moral
  

A situação é ainda mais grave quando se considera que a enfermagem é uma profissão majoritariamente feminina.

   

👉 Em todo o estado, mais de 80% das profissionais já sofreram algum tipo de violência.

   

🏥 Linha de frente — e também vítimas

    

As profissionais de enfermagem ocupam um papel essencial no atendimento, muitas vezes sendo as primeiras a acolher pacientes em situação de vulnerabilidade.

   

Mas essa proximidade também aumenta a exposição:

    
  • contato direto com pacientes e acompanhantes
  • ambientes de alta tensão emocional
  • jornadas intensas
   

👉 Resultado: quem cuida, muitas vezes também precisa de cuidado.

    

🗣️ Debate público busca soluções

Não toleraremos nenhum tipo de violência contra profissionais de enfermagem  - Conselho Regional de Enfermagem do Ceará  

Diante do aumento dos casos, a Câmara Municipal de Presidente Prudente realizou uma reunião pública para discutir medidas de enfrentamento.

   

Entre os principais pontos debatidos:

   
  • fortalecimento da rede de proteção
  • atendimento mais humanizado
  • campanhas de conscientização
  • integração entre serviços de apoio
    

⚠️ Um problema estrutural

    

Especialistas alertam que a violência contra profissionais da saúde não é um caso isolado, mas parte de um problema maior que envolve:

    
  • sobrecarga no sistema de saúde
  • falta de segurança nas unidades
  • desvalorização da categoria
     

🎯 Resumo

   

Quase 300 profissionais de enfermagem relataram violência no interior paulista. Os dados revelam um cenário alarmante dentro dos próprios locais de trabalho — onde o cuidado deveria ser prioridade.

   

   📌 Mais do que números, o levantamento expõe uma realidade urgente: proteger quem está na linha de frente da saúde também precisa ser prioridade.


30/03/2026 – Rádio Cidade FM

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