
Um cenário preocupante vem à tona no interior de São Paulo: quase 300 mulheres da área da enfermagem relataram ter sofrido algum tipo de violência no ambiente de trabalho.
Os dados são de um levantamento realizado pelo Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo (Coren-SP), com profissionais de diversas regiões do estado.
O estudo ouviu auxiliares, técnicas e enfermeiras em cidades das regiões de:
Ao todo, quase 300 profissionais relataram episódios de violência.
Entre os municípios com maior número de casos estão:
Segundo o levantamento, os casos mais frequentes envolvem:
A situação é ainda mais grave quando se considera que a enfermagem é uma profissão majoritariamente feminina.
👉 Em todo o estado, mais de 80% das profissionais já sofreram algum tipo de violência.
As profissionais de enfermagem ocupam um papel essencial no atendimento, muitas vezes sendo as primeiras a acolher pacientes em situação de vulnerabilidade.
Mas essa proximidade também aumenta a exposição:
👉 Resultado: quem cuida, muitas vezes também precisa de cuidado.
Diante do aumento dos casos, a Câmara Municipal de Presidente Prudente realizou uma reunião pública para discutir medidas de enfrentamento.
Entre os principais pontos debatidos:
Especialistas alertam que a violência contra profissionais da saúde não é um caso isolado, mas parte de um problema maior que envolve:
Quase 300 profissionais de enfermagem relataram violência no interior paulista. Os dados revelam um cenário alarmante dentro dos próprios locais de trabalho — onde o cuidado deveria ser prioridade.
