
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a subir o tom sobre a guerra contra o Irã e afirmou que não está desesperado por um acordo de paz — apesar das negociações em andamento.
“Eles querem fazer um acordo… mas eu não me importo. Não estou desesperado.”
A declaração foi feita durante uma reunião de gabinete e reforça o clima de tensão no conflito.
Trump afirmou que os ataques continuam e indicou que a ofensiva ainda não terminou.
“Bombardeamos eles diariamente… e ainda temos mais alvos.”
Segundo ele, os EUA já teriam destruído grande parte da capacidade militar iraniana:
Mesmo assim, o presidente alertou que o conflito ainda oferece riscos.
Trump destacou o risco no Estreito de Ormuz, uma das regiões mais sensíveis do mundo para o comércio global.
“Fizemos 99%, mas 1% pode ser um míssil contra um navio de bilhões.”
O local é crucial porque:
Apesar do tom agressivo, Trump confirmou que há conversas em andamento.
Segundo ele:
Essa troca de versões mostra um cenário de negociação frágil e instável.
Os Estados Unidos apresentaram uma proposta ampla para encerrar o conflito, incluindo:
Em troca, os EUA sinalizam:
O governo iraniano rejeitou partes da proposta e enviou uma contraproposta com cinco condições principais:
Teerã foi direto:
“O Irã encerrará a guerra quando decidir.”
Apesar do discurso duro, o secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, adotou um tom diferente:
“Nós rezamos por um acordo.”
A fala mostra que, dentro do próprio governo americano, há sinais de preocupação com o rumo da guerra.
O conflito vai muito além dos dois países:
O cenário é de contradição:
👉 A guerra segue em um ponto crítico — onde um acordo pode surgir a qualquer momento… ou tudo pode piorar rapidamente.
