
O tempo passou, a cidade mudou — mas a memória do maior acidente radiológico do Brasil ainda permanece viva. Quase quatro décadas após a tragédia com o Césio-137, os locais atingidos em Goiânia foram transformados, mas continuam carregando marcas físicas e emocionais profundas.
O acidente aconteceu em 1987, quando um aparelho de radioterapia foi retirado de um prédio abandonado e acabou sendo desmontado por catadores. Dentro dele estava o césio-137, uma substância altamente radioativa.
👉 O brilho azul do material chamou atenção — e sem saber do perigo, ele foi manuseado e espalhado.
O resultado:
O ponto inicial da tragédia foi o antigo Instituto Goiano de Radioterapia.
Hoje, no lugar funciona o:
👉 Apesar da transformação, o local é reconhecido como o marco inicial do desastre — um espaço reconstruído, mas carregado de história.

Foi em um ferro-velho no Setor Aeroporto que a cápsula foi aberta, liberando o material radioativo.
Hoje:
⚠️ Mas ainda é lembrada como o ponto mais crítico da contaminação.
Durante o caos, espaços da cidade foram adaptados para lidar com a crise:
👉 Mais de 100 mil pessoas passaram por lá para exames de radiação.
Todo o lixo radioativo — cerca de 40 mil toneladas — foi levado para:
Lá existe um depósito controlado pela CNEN, com:
⏳ Mesmo assim, especialistas alertam:
👉 os efeitos da radiação só devem desaparecer completamente em cerca de 200 anos.
Além das mudanças físicas, o acidente deixou impactos duradouros:
👉 O caso virou símbolo mundial de acidente radiológico fora de usinas nucleares.

A história voltou aos holofotes com o lançamento da série:
A produção mostra:
👉 A série tem ajudado uma nova geração a entender a gravidade do que aconteceu.
