O que aconteceu com ‘Sicário’? PF volta atrás sobre morte de espião de Vorcaro

Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, tentou suicídio após ser preso na operação Compliance Zero na quarta-feira (4) Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, suspeito de liderar uma suposta milícia pessoal do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, tentou tirar a própria vida na Superintendência Regional da Polícia Federal, em Minas Gerais, na quarta-feira (4). A Polícia Federal chegou a anunciar a morte do suspeito, apelidado de “Sicário” (termo derivado do espanhol para assassino de aluguel) em mensagens reveladas pela investigação. Às 22h de quarta-feira, porém, a corporação esclareceu que o óbito não estava confirmado. 

A PF não confirma as notícias veiculadas na imprensa que atestam a morte do custodiado. Informações sobre o estado de saúde do preso serão informadas após atualização da equipe médica”, disse em nota.

 A Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais informou que Mourão segue sob cuidados no CTI (Centro de Terapia Intensiva) do Hospital João XXIII, em Belo Horizonte.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, é preso pela Polícia Federal pela segunda vezFoto: Reprodução/ND Mais
Segundo a Agência Brasil, “Sicário” está sob suspeita de morte cerebral. O hospital deu início ao protocolo para confirmar a morte encefálica, que exige uma série de exames.
Ao notarem a tentativa de suicídio, policiais federais socorreram o custodiado e deram início a procedimentos de reanimação na cela da Superintendência Regional. O Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) foi acionado e encaminhou Mourão ao hospital.

Quem é ‘Sicário’? Entenda papel de espião no caso Master

O suspeito de codinome “Sicário” foi preso na terceira fase da operação Compliance Zero, que investiga as fraudes do Banco Master, na quarta-feira. Ele é apontado como uma espécie de espião de Daniel Vorcaro, também preso.
Luiz Phillipi Mourão seria responsável por invadir sistemas da Justiça e monitorar adversários de Daniel VorcaroFoto: Reprodução Conforme a Polícia Federal, o dono do Master montou um grupo criminoso chamado de “A Turma”, com estrutura de vigilância e coerção privada, destinado à obtenção ilegal de informações sigilosas e à intimidação de adversários.
O grupo teria invadido sistemas da Polícia Federal, do MPF (Ministério Público Federal e até de organismos internacionais, como o FBI (Departamento Federal de Investigação dos Estados Unidos) e a Interpol.
Em conversas interceptadas, Vorcaro ameaçou “dar um pau” no jornalista Lauro JardimFoto: Reprodução/ND Mais  ´´Sicário“ seria o líder da suposta milícia privada. Em uma das conversas, Daniel Vorcaro sugere que o comparsa simule um assalto para “quebrar todos os dentes” do jornalista Lauro Jardim.  


05/03/2026 – Rádio Cidade FM

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