São Paulo concentra mais de 70% dos casos confirmados de Mpox no Brasil; Ministério da Saúde descarta quadros graves até o momento Depois do Carnaval, o Ministério da Saúde divulgou os estados com mais
casos de Mpox no Brasil. Até o momento, o país já soma 62 confirmações da doença, distribuídas por diferentes regiões. Apesar do alerta, o cenário atual não apresenta registros de quadros graves ou mortes em território nacional. A concentração das notificações é liderada pela região Sudeste.
São Paulo aparece no topo da lista com 44 ocorrências, seguido pelo Rio de Janeiro, com 9 registros. O estado de Rondônia ocupa a terceira posição, com 4 casos confirmados.
Os estados com mais casos de Mpox no Brasil
Aém dos confirmados nos estados com mais casos de Mpox no Brasil, o país monitora 180 notificações suspeitas. Destas, 57 já foram descartadas, mas o estado de São Paulo ainda aguarda o resultado de mais de 70 exames em análise.
Vigilância e atendimento no SUS
O Ministério da Saúde reforçou que mantém um monitoramento contínuo e que o SUS (Sistema Único de Saúde) está capacitado para identificar precocemente novos episódios. O objetivo principal é isolar os pacientes rapidamente para conter a cadeia de transmissão do vírus.
O que você precisa saber sobre a Mpox
Conforme informações do
Ministério da Saúde, a Mpox é uma doença viral transmitida principalmente pelo contato íntimo ou direto com a pele de pessoas infectadas (especialmente quando há lesões) ou pelo compartilhamento de objetos pessoais, como roupas e toalhas.
Sinais e sintomas:
- Febre e dor de cabeça;
- Dores musculares e fraqueza;
- Lesões na pele: bolhas ou erupções que costumam começar no rosto e podem se espalhar pelo corpo.

Importante: embora não existam óbitos registrados no Brasil atualmente, a doença pode ser perigosa. Em cenários críticos e sem o devido acompanhamento, a taxa de letalidade pode chegar a 10%.
Tratamento e prevenção
Segundo a
Organização Pan-Americana da Saúde, ainda não existe um remédio específico para a Mpox. Por isso, o
tratamento no SUS foca no alívio dos sintomas e na prevenção de complicações. Quem receber o diagnóstico deve permanecer em isolamento total até que as feridas cicatrizem completamente, o que pode levar de duas a quatro semanas.
25/02/2026 – Rádio Cidade FM