
Desde o último domingo (22), os Estados Unidos vêm sendo atingidos por um ciclone-bomba que está provocando ventos de 135 km/h e neve acima de 60cm. Ao todo, quase 60 milhões de moradores das áreas afetadas estão sob alertas meteorológicos, segundo veículos estrangeiros. Com a chegada do fenômeno, mais de 250 mil pessoas já ficaram sem energia elétrica nos estados afetados. Mas, afinal, o ciclone-bomba que atinge os Estados Unidos pode chegar ao Brasil? O ND Mais apurou a informação junto a um meteorologista e explica, a seguir, o cenário em detalhes. De acordo com o meteorologista Piter Scheuer, o ciclone-bomba que atinge os Estados Unidos não vai chegar ao Brasil.
Não tem nenhuma influência aqui para a nossa região, afirma. O especialista indica que o que ocorre no Hemisfério Norte atinge apenas os países daquela área, não tendo “rigorosamente nenhuma influência, nem com temperatura, nem com precipitação, nem com tempestade ou temporal”.
“A nossa situação aqui é um pouco mais estável. Lá os sistemas agora são típicos de inverno, ciclones extratropicais mais fortes, neve, nevasca, massas de ar polar provenientes do Hemisfério Norte. Aqui, para a nossa região, a situação é mais clássica, típica de verão”, afirma Piter.
Ciclone-bomba que atinge os Estados Unidos pode chegar ao Brasil? Tire suas dúvidasFoto: Canva/ND Mais; @CIRA_CSU/X/ND MaisDesde a chegada do fenômeno, mais de 250 mil pessoas já ficaram sem energia elétrica nos estados afetados. Mas, afinal, o ciclone-bomba que atinge os Estados Unidos pode chegar ao Brasil? O ND Mais apurou a informação junto a um meteorologista e explica, a seguir, o cenário em detalhes.
De acordo com o meteorologista Piter Scheuer, o ciclone-bomba que atinge os Estados Unidos não vai chegar ao Brasil.
“Não tem nenhuma influência aqui para a nossa região”, afirma. O especialista indica que o que ocorre no Hemisfério Norte atinge apenas os países daquela área, não tendo “rigorosamente nenhuma influência, nem com temperatura, nem com precipitação, nem com tempestade ou temporal”.
“A nossa situação aqui é um pouco mais estável. Lá os sistemas agora são típicos de inverno, ciclones extratropicais mais fortes, neve, nevasca, massas de ar polar provenientes do Hemisfério Norte. Aqui, para a nossa região, a situação é mais clássica, típica de verão”, afirma Piter.
